Cota é solução?

Hoje, foi dado mais um passo na história – polêmica, diga-se de passagem- das chamadas ações afirmativas. O governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, assinou hoje a lei que cria 20% de cotas para negros, índios e pardos para concursos públicos ESTADUAIS. Aí como sempre, criou aquele bafafá todo que o assunto sempre desperta. E você, é a favor? tem opinião a respeito?

Cotas , na minha opinião, é algo paleativo. Era para ser algo transitório, enquanto , somadas as outras ações visando a melhoria das condições da população negra no país. Que , apesar da melhoria econômica vista nos últimos anos, ainda é maioria entre a parcela dos mais pobres do país. Só que , ao contrário das ações afirmativas americanas, foram um conjunto de ações, no Brasil se restringiu apenas as cotas- que sozinha, de nada vai adiantar;

Não adianta criar cota para criança de colégio público, sendo que ela vai para o vestibular sem sequer entender o que está escrito na prova- e ela não vai passar do mesmo jeito(sim, também é sujeito a notas minimas e tudo o mais).Afinal, 40% dos estudantes do Brasil lêem mas não consegem compreender o que está escrito no texto. E não tenho dados oficiais, mas , não é preciso para advinhar que a maioria deles “habitam” no ensino público. E sim, claro que sei que toda regra tem a sua exceção. Eu mesma fiz o ensino médio todo em uma escola pública estadual aqui no Rio. E era considerada uma das melhores da rede .Sinceramente, se a minha era precária e era uma das melhores (50mil pessoas fizeram prova para ela no ano que eu fiz) tenho muita muita pena da pior.

Uma “revolução” educacional, em um país que queira levar isso a sério, leva no mínimo 10 anos para ser feita. Isso, com um dando continuidade aos projetos do outro, sem sabotagens- vide o caso dos cieps no Rio, um projeto de Paulo Freire maravilhoso para as escolas públicas que foi sendo sucateado simplesmente por se tratar de herança de outro político senão o que estava no poder. Levando essa tendência tupiniquim em conta , imagine quanto tempo isso ia demorar no Brasil. Então, essa revolução acontecendo , com as cotas correndo em paralelo, as cotas com o tempo não precisariam existir mais. Porém isso está longe de acontecer. E é isso que preocupa.

E também concordo quando alegam no caráter de “reparação” das cotas. Porém, somos maioria, mas não somos a única etnia entre os pobres e desvalidos. Existem brancos, libaneses, japoneses….assim como eu tenho situação financeira melhor que muita família de outras etnias. Então para mim o foco tinha que ser revisto. Tinha que ser cotas para pobres,não simplesmente, negros. Na verdade, é o que acontece. No vestibular por exemplo, você tem que apresentar documentos e declarações comprovando sua renda. Não pude fazer o vestibular para a vaga das cotas-mesmo sendo negra- porque a renda da minha famíla era mais alta que a estipulada no vestibular. Mesma coisa com meu irmão esse ano. Não existe esse papo que o pessoal adora que o fulano era rico e passou sem estudar como cotista no vestibular” só porque era negro”. Se ele realmente o fez, no mínimo ele falsificou um monte de documentos e declarações para se passar por pobre- e são muitos!Mas claro que essa parte feia ele não falou para você…e detalhe que é crime de falsidade ideológica. Cada qual com a sua consciência…

Outra coisa que observo rindo sozinha e calada, é a hipocrisia das pessoas. A galera vai gritar, dizer que é racismo, e etc, e etc. Mas, na hora da prova, vários entre esses que gritaram vão se declarar negros-até porque, o critério é auto declaração- para poder “tirar proveito da vaga e passar mais fácil”. Mas aí me responde:Não é vergonha? Não é racismo? Então você vai se inscrever porque? Não imagino um branco americano dizendo que é negro para obter algum benefício… outro ponto que adoro é dizer que esse tipo de ação estimula o racismo. John Galiano não se tornou simpatizante de Hitler porque bebeu. Ninguém não era racista e se tornou depois das cotas.A idéia já morava na cabeça do racista e por conta da raiva e do clima favorável, ele externou. Gatilho.Ação afirmativa por si só, não planta nada na cabeça de ninguém.

O melhor, no final das contas, era assumir que a vaga é para pobres.E dar acesso a todos que assim o são. Até porque, com toda razão, são eles que tem direito a ela quando a lei é regulamentada no edital. Negros tem direito a reparação, mas os pobres de outras etnias não tem culpa do que aconteceu lá atrás na história do Brasil e merecem também,mais chances de ascensão social.Sonhar não tem cor e é para todos.

Agora, se eu vou me me declarar negrar quando o edital do tj sair. Sim, claro. Simplesmente porque com cota ou sem cota, eu sou negra. Sempre o fui, sempre o serei. E ponto final.

Acessórios de inverno – echarpes

Echarpes, cachecóis, pachiminas, lenços e tudo o que a imaginação permitir. Tinha escrito um post para cá semana passada e se perdeu. Recuperando então. A inspiração desse post é nesse vídeo, ensinando 25 formas de amarrar um lenço (está em inglês, mas é tudo muito autoexplicativo). Devo avisar que alguns deles são do tamanho de uma canga e se você encontrar uma com uma estampa bonita, use-a! Falando dos lenços, bom, eu sou mesmo doida por eles e foi o segundo acessório de inverno que eu adotei em meu guarda-roupas. O primeiro foram as jaquetas.

Esse lencinho é legal por que dá um charme meio marinheiro, meio anos 1920 na roupa e não tem tanto jeitão de inverno, o que significa que rola no verão também. O visual da foto combina com o inverno fake do nordeste, vale pro verão e essa amarração merece ser copiada.

Num tom bem mais de inverno, esse lenço, que amarra super fácil, só com um nó, fica lindo assim, com vestido, mas também combina muito com uma jaqueta.

Acho muito chique um homem de echarpe/cachecol. Lenço precisa saber usar para não pesar no tom e essa é uma linda forma. O vermelho lembra o lenço dos gaúchos, mas de uma forma menos tradicional.
Vamos combinar que o babado de um lenço é dar um ar totalmente diferente na roupa. Essa estampa dá um destaque lindo no azulão do sobretudo. Tem ensinando essa amarração no vídeo lá de cima.

Outro detalhe lindo acrescentado por um lenço. Poderia ser uma echarpe também. Vejam a diferença entre eles no post do Vou de Saia. Seja um ou outro, acrescentar um detalhe num look monocromático tira a sensação de monotonia e acrescenta um ponto interessante no que olhar. Nesse caso, não tem monotonia, mas o lenço faz o visual todo saltar de nível.
Tá, os lenços me cativaram total. É que essa coisa do colorido quebrando padrões de cores me agrada muitíssimo. É uma forma de usar estampas sem medo. Não que eu tenha…

 O lencinho vermelho na versão feminina. Adoro. Tem um ar de Channel em coleção de resort.

Já este belo cachecol de oncinha, ou leopardo, vá saber, pede desesperadamente para ser meu. kkkkkk É que ando numa vibe de lenços e cachecóis grandes. Como já devem ter percebido. E este amarra divinamente bem.

Outro cachecol que gostei bastante, é fechado. Este aí está dobrado formando um “símbolo de infinito”. Bem comprido, pode ser enrolado mais ao pescoço em dias mais frios.
Uma forma diferente de usar a amarração dos lenços “palestinos”, os xadrez verde ou azul e branco que foram febre uns anos atrás. Apesar de ter saturado o olhar, ele merece atenção por que fica bonito. Se você tem um lenço desses, fuja da tentação e amarre de outra forma. Se tem um lenço quadrado qualquer, use amarrado assim e dê um outro destaque para a sua roupa.

 Super simples de usar, sem grandes truques ou amarrações, e praticamente faz uma outra roupa.

Este é outro dos meus queridinhos. Talvez por ter um assim também. Por cima da jaqueta e do vestido deu uma equilibrada no visual roqueira rebelde adolescente.

A segunda foto é meio feminina, mas posso dizer que gostei do moço com o lenço assim? Será que se ele saísse nas ruas de Salvador com ele seria apedrejado?

A verdade é que eu amo o look todo. Parece com uma loja que tem tem Tokyo, que sempre esqueço o nome, e que vende vestidos e roupas fofas assim. E ai o dia que eu pudesse usar esse tanto de estampa e textura junto… kkkkkkkkkkkk

Primeiro de tudo, amei esse sapato pela originalidade. Passado isso, olha a echarpe que cor que deu no look? Mesmo a saia sendo abóbora, o rosa deu um tom quente e linkou a brincadeira toda com os pés. Amei!
E vocês, se inspiraram para usar mais lenços e echarpes? Beijos.

Careca por causa do mega hair?


Pânico para o mulherio viciado em alongamento! E não são poucas! Segundo reportagem da Folha de São Paulo, a sociedade britânica de tricologia estaria pedindo a proibição do megahair na inglaterra. Segundo eles, isso provocaria aloepcia por tração por causa do peso da fibra implantada(falamos sobre isso no guia sobre alongamentos, lembra?),e o mulherio estaria literalmente, arrancando os cabelos principalmente na retirada do mega.

Bom, vamos lá: lógico que eu não sou ninguém perto da sociedade britânica de tricologia. Mas, vamos pensar? A maioria das européias Não nasceu com uma cabeleira farta. Então, muitas querem o alongamento não só para aumentar o comprimento do fio , como querem aumentar o volume. E sim, vai implicar em que mais mechas sejam implantadas ao longo de todo o cabelo. Fora que muitas vezes o mulherio quer mechas super longas , como minha mãe zoa”matar todo o trauma” e sim, quanto mais longo o fio implantado, mais peso aquela mecha vai ter. Lógica matemática

Porém, existe o conselho do profissional x vontade do cliente.E bem, acredito que cliente é cliente em qualquer parte do mundo. Ou seja, muitas vezes o implantista sabe que aquela cabeleira não vai suportar aquele volume todo ou tamanho que a cliente deseja, mas ao falar isso, ela simplesmente dirá sim, sorrirá e dará meia volta em busca de outro salão. Eu sinceramente preferiria “perder” aquela cliente, mas quando se tem contas a pagar e se vive disso…é anti ético, mas não é difícil de se colocar no lugar. Mas repito, acho sim, errado e anti ético. Mas, a galera vai lá e faz. E a cliente sai feliz da vida, recomendando a todas o criador do “cabelão”. O depois…bom, deixa para depois né? E aí….

Fora que também existe a questão da manutenção.Tem que fazer a manutenção de 3 em 3 meses, e vários cabelereiros recomendam que de vez em quando a cliente dê um descanso no mega- mas experimente falar isso para uma viciada. E na Europa, o trabalho humano é caríssimo, então, se colocar um mega no Brasil já é caro, imagine lá. Essas mulheres fizeram toda a manutenção necessária? Quais foram as recomendações dadas a ela?Foram em um bom profissional? Já tinham tendência a aloepcia?Quais eram as expectativas delas? Eram Xuxas e queriam sair Cléo Pires? Nunca saberemos….

E não é só o mega hair que pode trazer o risco de aloepcia por tração:tranças bem apertadas, rabo de cavalo bem apertado, trancinhas do tipo “nagô” …quem trabalha e precisa do “visu aeromoça” sabe, aquele cabelinho sem um fiapinho para o alto, bem esticadinho?(hotelaria! ladies, i seee yaaaaaaaaaaaaa!)são candidatas em potencial para isso, porque usam todo dia e precisam que seja assim

Informo que já usei implante, trancinha, nagô e continuo com a cabeleira toda aqui!kkkkkkkk!
Bjs!

O livreiro de Cabul


Livro do desafio literário, que este mês falava de livro reportagem, confesso que o livro entrou na lista por indicação, mas era um nome que me chamava atenção. Mas eu achava que era ficção. Essa coisa de reportagem não é muito a minha praia, apesar de me achar pseudo-jornalista. Não por não gostar de ler histórias reais, mas por que muitas das vezes as reportagens mostram mais do autor que do objeto da reportagem. E em casos de reportagens obre viagens então… só se eu tiver interesse em quem viveu a história, coisa muito rara. Daí que tinha mesmo um preconceito com esse tipo de livro. Mas vamos ao livreiro.

Sinopse: Por ter vivido três meses com uma família afegã, na primavera de 2002, logo após a queda do regime talibã, a jornalista norgueguesa Asne Seierstade pôde produzir esta narrativa ímpar que mostra aspectos do país que poucos estrangeiros testemunhariam. Como ocidental, mulher e hóspede de Sultan Khan, um livreiro de Cabul, obteve o privilégio de transitar entre o universo feminino e masculino de uma sociedade islâmica fundamentalista. Preso e torturado durante o regime comunista, dos mujahedin e dos talibãs, Sultan Khan teve sua livraria invadida e parte dos livros queimados, mas alimentava o sonho de ver seu acervo de 10 mil volumes sobre história e literatura afegã transformar-se mo núcleo de uma nova Biblioteca Nacional. Apesar da situação estável, a família do livreiro, duas mulheres, cinco filhos e parentes, dividia uma casa de quatro cômodos em uma cidade que se recuperava da guerra e de trágicos refluxos políticos. Os integrantes da família acostumaram-se à presença da autora sob uma burca. Assim, ela pôde observar relatos da vida cotidiana desta família, suas idiossincrasias e relações com a cidade.
Agora, minha experiência. Eu não gosto de reportagem que julga, ainda mais as desse tipo, de imersão do repórter. Nem vou entrar no mérito de ter ou não tanta validade, por as pessoas tenderem a mostrar o seu melhor (ou pior) por estar sendo filmado/gravado/visto. Algumas reações são contidas, outras exacerbadas. A vantagem da Asne é a que a própriaa cultura que ela recrimina, impõe. Não fosse pela anonimidade da burca, muito pouco ela poderia ter visto e ouvido. Eu entendo a pessoa ver e achar absurda a situação das mulheres. Mas ela é mais absurda para nós que para eles, né? Mesmo os chamados “moderados”, que tem sido tema de reportagem em todas as emissoras de TV com um pouco mais de grana, ainda usam hijab (o lenço) em sinal de respeito e as mulheres não precisam, necessariamente, ser reféns da moda. Na verdade, é muito legal que a cultura permaneça nas roupas também. Acho lindos os saris indianos e mesmo por aqui não tendo nenhum “traje típico” não folclórico, nossos biquínis nos dão identidade, assim como o nosso jeans. No mais, o livro é dividido em histórias que a autora presenciou ou que contaram para ela. Não há um intervalo de tempo constante, mas você começa a conhecer as histórias, os costumes. No período, ainda 2002, as pessoas não sabiam como agir ainda. A burca não era mais obrigatória, mas as mulheres não tinham coragem de deixar de usar.

Um parêntese aqui: odeio essas pessoas que tratam a mulher como objeto. As esposas são compradas, com o câmbio, elas custavam entre 10 e 100 dólares, ao longo do livro. Algumas foram doadas, por se tratarem já de algum estorvo. As mães e irmãos mais velhos casavam as mulheres, indicavam as famílias. A moça em questão nada poderia dizer, nem olhar para o noivo. Fico sempre com pena das mais novinhas, que usualmente casam, as mais pobres, com homens mais velhos e ricos. Salvam a família da fome, constitui a sua (como segunda esposa) com homens até 35 anos mais velhos que elas. Nojo, não? Outra: a burca é para evitar que a mulher olhe para um homem, mas também diz que se ela mostra o corpo está induzindo o homem ao pecado. E o coitado não tem como se controlar né?

Mas, voltando ao livro, por mais que se conheça o choque cultural que é a nossa cultura ocidental liberal e a deles, custava só mostrar o que acontecia, sem tecer juízo de valor? Fico só me perguntando se os homens, sabendo que ela era ocidental, não cutucavam e sacaneavam a “falta de inteligência que ela devia ter por ser mulher”. Só isso justificaria a autora se mostrar tão indignada com a situação no texto, falar que aquela situação era ultrapassada e humilhante. A humilhação também está nos olhos de quem vê. No mais, uma leitura que demorou de engrenar por conta dessa minha birra (pensava o tempo todo: “e o que você tem a ver com isso?”), mas o contraste entre o personagem título ser um livreiro, bastante liberal em suas ideias de cultura e política e seu papel em casa, como homem e chefe, como autoritário e arbitrário como se espera de um homem muçulmano criado num país muçulmano, é o maior tempero e o que mais dá vontade de ler. Ver onde essa família vai, como se sairão, como a nova liberdade age sobre eles. Só senti falta, mesmo, foi de fotos das pessoas.

Minha versão de O livreiro de Cabul é de bolso, são 277 páginas e é da editora BestBolso. Já disse que sou viciada em livros de bolso? Então. Bom que você lê em qualquer lugar, como no ônibus voltando para casa do trabalho.

Coleção da Mac com blogueiras!

Olha que mara! A mac, marca queridinha entre 9 de cada dez blogueiras(no mundo creio eu) vai lançar uma coleção com cores criadas por blogueiras! A coleção se chama Mac Bloggers Obsessions e bom, Com a palavra, a própria marca! “Ninguém ama mais a mac do que as blogueiras de beleza. Para agradecê-las por sua paixão, devoção e opiniões sinceras, nós convidamos nove das nossas blogueiras favoritas no nosso laboratorio de criação em toronto para criar suas próprias sombras ou lipglass(é uma espécie de gloss, com pigmentação quase de batom líquido) exclusivamente on line. Exatamente como as “loucas por maquiagem” que as criaram! “

A coleção estará a venda dia 21 de junho, aparentemente para Eua e Canadá-
Sombras:

  • Hocus Pocus chumbo com brilhos prateados (Satin) “The Makeup Girl
  • Jealousy Wakes Verde esmeralda com brilho azul teal e dourado(veluxe Pearl) “Temptalia
  • Parisian Skies cinza com reflexo azul (Satin) “Lipstick Powder N Paint
  • Sparkle, Neely, Sparkle! marrom avermelhada escura com brilhos champagne (Velvet) “Beauty Blogging Junkie

Lipglass

E aí gostaram?Já pensou uma dessas em Terras Tupiniquins? Posso sonhar em participar também? Já pessou, vermelho maxibolsa?kkkkkkkk!Recomendo olhar aqui na temptalia, ela conta a experiência dela como foi!
Bjs!
Fonte:temptalia

O segredo do cabelo das celebridades negras americanas!

É PERUCA MINHA GENTE! Sim! Minha amiga no trabalho não acreditou quando contei, mas é peruca! Lindas, perfeitas e caras, mas perucas!Elas se dividem em vários modelos: full lace wing, front lace wig, full lace wig judia….mas é o mesmo esquema de peruca, só muda o modelo. É o seguinte, são perucas feitas em uma tela super fina, com os fios colocados manualmente ao longo de toda a peruca, e são presos por uma cola-carinha por sinal. A cola é super resistente, então, você pode nadar, bater o cabelón que nem musa b no palco e ela continuará lá! E como a tela é super fina, você pode partir co cabelo no meio que não vai aparecer que você está usando peruquinha: vai aparecer a sua pele no couro cabeludo embaixo(lógico, você prendendo e fazendo a mesma divisão embaixo neah?)
Confira comigo no replay:está vendo o brilhinho na pele da amygha? É a cola!O fabricante manda disfarçar com maquiagem, mas sem o brilho do flash e eu te contar, será que alguém teria notado alguma coisa?

Agora, a diferença dos modelinhos:

Front Lace: é a mais barata. Ela é feita com essa tela super fina que eu comentei, cabelo humano(ou não, pode ser um sintético de boa qualidade) e fica presa nesse esquema da colinha só na testa. Aqui um vídeo no you tube ensinando a colocar.
Full lace(na foto acima, uma full lace do lado avesso): é mais cara, e tem acabamento melhor. São as que a celebs usam . Ela é feita sob medida,è colocada fio a fio em toda a tela, sendo que a front lace só é feita fio a fio na parte da frente do cabelo. Atrás, é colocado por tiras, á maquina. Elas são impressionantes, você pode usar rabo de cavalo alto, qq coisa, ela chega a ter baby hair!(aqueles cabelinhos pequininhos que a gente tem nascendo na nuca? Então!) aqui, video no you tube sobre elas.
Wig judaica ouwig “judaica” st(foto acima)- Nomes parecidos para coisas diferentes: Alguns chamam de wig judaica, a wig que tem certificação kosher, é feita de acordo com a lei judaica. Outros chamam a wig st de wig judaica, porque a maneira que o cabelo é colocado no top se assemelha a um kipá(aquele “chapeuzinho” que os judeus colocam no topo da cabeça)Um judeu usando kipá.
Agora, ficou curiosa de como será o cabelo da beyoncé sem peruca?
E como toda mortal, com a ajuda do cabelereiro fica mais bonito!

E aí, o que acharam? Tem uma menina com um blog muito legal com os prós e contras da wig e algumas informações, acredito que ela está começando agora e vende também(não sei se é confiável! Só li o blog!) se chama mundo full lace.Clique e passe lá!

Fonte das imagens e informações: Google e conhecimento pessoal. Vi muitos e muitos sites, e acabei não anotando de onde vem a imagem! Será prontamente dado o crédito e colocado o link!(ou retirado se assim desejar). O texto em si é de minha autoria, baseado na pesquisa!

Beijos!

“Color Blocking” na make e nos acessórios!

Este é um post totalmente despretencioso sobre moda! Até leio sobre o assunto, mas nunca fui assim, expert nele- Mabia sempre gostou muito mais do que eu!Fora que nem tudo que entra na moda eu curto- na verdade, é muito mais fácil eu não curtir a tendência!Meu armário até pouco tempo atrás era dominado totalmente por cores neutras. Não gostava de cor na roupa, achava chamativo demais(já o cabelo , o batome unhas…).Hoje até uso cor, mas procuro combinar com peças neutras. Então, até gostei da idéia do “color Blocking”- ou simplesmente, bloco de cor.Mas, para quem era recém saída de um armário 100% neutro , claro que era um pouco demais!Mas pensava que ficaria legal se fosse aplicar em maquiagem e acessórios. Era a única maneira que eu via para eu usar. E tchan, tchan, tchan! Meu raciocínio não estava errado para a galera da moda-e quem concordou comigo foi nada mais, nada menos que a Fendi!(bom, ainda que não concordassem faria assim mesmo! Uso jeans com jeans há anos!)E vem com tudo a tendência do color blocking usando os acessórios, sejam meias, sapatos, bolsa e sim! Make e esmalte! Eles também são acessórios! Porque não? Ai a amiga me pergunta, ok, como fazer? Não é a toa que colei essa figurinha aí em cima! A maneira mais fácil de fazer é apostando em cores complementares- cores que estão opostas no círculo cromático ou círculo das cores.Por exemplo, amarelo e azul, vermelho e verde.Outra forma também é apostando nas cores primárias que sempre combinam entre si. São elas verde , azul e vermelho;. E elas sempre vão combinar com cores secundárias que elas participem, lembrando que cores secundárias são cores que surgiram da união de duas primárias, como azul + vermelho= violeta. Então, você pode usar algo azul, vermelho e violeta que eles estarão combinando entre si.Ou vermelho e violeta, azul e violeta.
Mas não é a única forma! Existem outras! Vamos ousar mais um pouquinho?

* Cores “vizinhas” uma das outras-Ex.: Amarelo e laranja/amarelo e verde

*Cores que formam ângulo de 90° umas com as outras-Ex.:Amarelo e vermelho/Vermelho e azul.

*Cores que formam um “t” no círculo cromáticoEx.:laranja/verde/azul – Roxo/verde amarelado/azul turquesa.

* Cores que formam um “x” no círculo cromático Ex.:Azul/laranja/violeta avermelhado/amarelo- Violeta/azul esverdeado/ vemelho alaranjado

Ainda tem dúvidas sobre o color blocking? Aqui no oficina de estilo, tem posts muito legais(e sem caráter ditatorial que eu odeio em algumas revistas e sites) sobre o assunto!

fontes: oficina de estilo, addicted to all things pretty, conhecimento pessoal, fórum diggiscraperbrasil

Espero que gostem! Vamos tentar?
Bjs!

auto massagem anti celulite em vídeo!


Estava eu, namorando a farmacinha portuguesa on line sweetcare(excelentes preços e entrega em terra brasilis! Já tem no próprio site a conversão de euros para real e tudo!) quando vi um vídeo da eleacyl ensinando a fazer massagem anti celulite, claro, usando o produtos deles, mas sinceramente? na falta do eleancyl, claro que dá para fazer com um massageador comum e outro creme! Os cremes da eleancyl tem fama de serem excelentes, mas meio carinho em Terra Brasilis, mas o negócio é colocar a mão na massa! Tem manobras para serem feitas no chuveiro e com a pele seca. Caso não use o creme da eleancyl anunciado, seque a pele antes de fazer a manobra. A pele úmida/molhada vai diluir o creme que você vai usar e como ele não foi feito com a mesma proposta, vai reduzir o efeito dele. Enjoy!

Falta de cores para pele negra:estou de saco cheio!




A Bia já escreveu sobre isso aqui, e já estava combinado que eu escreveria sobre isso também. Afinal, as duas passam pela mesma situação -afinal, ambas somos negras. Mas sabe quando você precisa de uma certa verve para falar do assunto? Então.
Mas hoje ela chegou. Ah, se chegou!Adoro make, e olhando no blog da loosho vi um lançamento da tracta, a coleção se chama lés poétiques. Tudo trabalhado na oncinha(o que para mim é ponto negativo, mas ok) , batom lápis, sombras em oncinha, e pó compacto com partículas micronizadas prometendo segurar a oleosidade. OK! Agora você chamou minha atenção!E fui ver as cores…”light” e “medium” porque ” atendem a maioria dos tons de pele”…
E eu ?!Porquê não super light, light, light medium, medium dark, dark e deep dark?Muito difícil? E nem estou sendo muito exigente se pensar que a mufe na gringa tem 25 tons de base , por exemplo.Light e medium atendem a quem, em específico?Ao invés de pensar em atender uma “suposta maioria” , é muito difícil pensar em atender a todos?Porque essa falta de interesse em atender peles mais escuras ?
Existe ainda o mito que negro não consome, e que ainda é muito visível na sociedade, ao meu ver ao menos. Mas não é possível que as empresas não tenham acordado ainda. Não param de sair na grande imprensa reportagens e mais reportagens sobre classe c, classe média negra, e que sim, essa classe média que estimulada pelas facilidades da compra, aqueceram o mercado e permitiram que o Brasil saísse da crise. Ricos e classe média alta foram para Nova Iorque (Nada contra e gostaria de ir também, não é crítica! Mas fato que foi record de brasileiros indo para lá! Movimentamos bilhões…lá!Bom, talvez os ricos tenham ido para outro lugar…exclusividade, sabe como é.).E inclusive, caso alguém não saiba, existem negros na classe média alta também e ricos que não são jogadores de futebol. Não somos maioria,mas existimos!
E aí…me vem uma marca, que tecnicamente é acessível, ascensão da classe média, da classe média negra e não faz tons de pele negra?Alguma razão plausível para isso? Não que seja perdoável que uma mais cara também não tenha(tirando as gringas, como a Bia já citou)mas, se existe todo o esteriótipo idiota que todos os negros estão concentrados da c em diante, porque nem para as empresas de make destinadas a B e C nós exisistimos?Ficamos no light e medium? Faz base hd que custa em media 25 reais e o tom de pele dá para uma negra de pele clara no máximo mais escurinha que a camila pitanga e ok, temos cor para pele negra!Eu e todas as outras que somos mais escuras fazemos o que então?Negras não possuem nem 25 reais para dar em uma base?
Minhas amigas sempre se surpreendem quando comento que compro make fora, no ebay, ou encomendando com as amigas. Não é a toa. Na gringolândia, até chanel tem mais tons para pele negra. Não é querer ser snob, simplesmente o mercado não me atende. Então, busco onde ele possa me atender. Se acham que meu dinheiro não é bom o suficiente aqui, procuro quem ache que ele é!

Acessórios de inverno – boinas

O título tem boinas, mas vou falar e gorros também. A verdade é que sou louca por acessórios, ainda mais de cabeça. Tinha poucos, mas com minha irmã no Sul ganhei uns dois gorros e uma boina nos últimos tempos, além de um cachecol extra. Adoro. Mas tudo muito quente para usar em Salvador ainda. Quando tivermos rompido a barreira dos 25º juro que saio mais de boinas. Com desenho francês, com ares de touquinha anos 1920 ou até um gorro mais grossinho de lã, tudo me deixa feliz. E esquenta as orelhas das friorentas. Sem contar que agora que eu tenho cabelos curtos, ter alguma coisa cobrindo a cabeça é ótimo! Como esse post é sobre boinas, falarei pouco das roupas escolhidas pelas pessoas, tá?

A boina nesse look é o ponto de cor. E eu adorei que tenha sido vermelho, mesmo que esse seja um clichê. Esses dias procurando linha para gorros, sabiam que essa cor vermelha aberta é dificílimo de achar em terra brasilis? Só encomendando! Essa boina aí é do estilo francês, que os mímicos típicos usam, só que mais “gordinha”. Confesso que amo demais esse visual. É menininha sem ser bobo.

Fico tentando o frio que deve estar nesse lugar para ela estar tentando cobrir o nariz. Juro que me sinto assim no inverno, igual filhote de cachorro protegendo o focinho. Essa é uma forma de usar gorro sem se sentir meio “trombadinha”. E confesso que gosto bastante desse pompom.

Só pela cor e pela pelúcia acho que esse look vale ouro. Inverno para mim precisa ser lúdico também, não só clássico e sexy. Todos temos direito de brincar.
Essa já é uma boina de inspiração militar. O broche dá esse toque, além do modo como foi ajeitado na cabeça, apesar de ser uma peça de lã fofa e não de veludo durinho como a dos milicos. Essa é para quem quer usar boina e parecer séria.

O contraste desse azul turquesa me venceu de longe. Lindo lindo e super a minha cara, que já gosto de uma cor. Quem usa boina escondendo os cabelos deve usar um brinco chamativo para dar um equilíbrio.

Se onde você mora nem está frio mas você quer aderir à boina mesmo assim, essa é uma bela opção.

Outra boa opção para quem não sofre com frio, como em Salvador.

Adoro esse aqui. Vestidinho simples, jaqueta jeans, bota e meia calça. Essa também é de inspiração militar e é das mais durinhas.

Dá para ser básica e continuar de boina, estão vendo! Amei assim também. Vontade de copiar já!

As três últimas são adaptações de uso no verão. Mas vamos combinar que é quase verão em Fortaleza, Manaus, Macapá… Só tomem cuidado com as chuvas. Acho que boina e galocha deve ficar uma coisa linda! Experimentarei.

Essa garota ficou tão sexy com as botas vermelhas, o decote e mais boina, que ela entra nessa seleção por ter roubado lindamente meu coração.

Ela apareceu por último na montagem, mas não de propósito. Adoro toucas assim. Ganhei uma bege com uma flor do lado. Super cute e ando doida para estrear. E como eu amo sobretudos, achei que esse look não poderia ficar de fora. Só não rola, para mim, essa meia branca. Podemos fingir que é cinza?

Para não dizer que eu não coloquei meninas de cabelo crespo/cacheado, essa foto da Criloura mostra que tudo pode ser usado por todas. É adaptar ao próprio cabelo. E não tirar a boina da cabeça na rua, pois o cabelo crespo vai ficar marcado.
E aí, meninas? Que acessório faz a cabeça de vocês no inverno?

1 58 59 60 61 62 107