Amigo – uma caixinha de surpresas

Rá! Não contavam com um post sobre amizade “tão longe” do dia do Amigo, hein?? Mas é que esse post é mais uma reflexão, e uma declaração de amor inviesada, do que sobre a data em si. Até porquê, a data é a da chegada do homem à lua e diz que um argentino mandou 4 mil cartas nesse dia, para unir os povos e mostrar que unidos os homens podem mais. Tá Claudia, senta aí.
O que me interessa é o que ouvi na TV de uma psicóloga (ou algo do gênero) no dia 20: amigo é mais porque é escolha. Não consciente, mas é escolha de afinidades, de vibração, alma ou o que quer que você queira nomear isso. E amizade, também segundo ela, tem sim, diferentes níveis. Tem as que são próximas do tipo unha e carne, tem as mais relativas, como às vezes no trabalho. Tem amigo que a gente vê todo dia e não cansa. Tem outros que a gente fica até alguns anos sem ver e é como se tivesse visto na véspera. Tem os que são leais como os cães e tem os que são camaradas e cordiais e que, num momento difícil, teve atitudes amigáveis com você, mesmo que você não esperasse.
Se pensarmos bem, a gente tem amigo desde que nasce. Na enfermaria, na creche, no parquinho. São amigos de momento ou podem até virar amigos de mais brincadeiras. Mesmo o mais egoísta, que não quer dividir seus brinquedos, precisa de um amigo para poder mostrá-los. E vamos ao longo da vida colecionando amigos, seja os de ocasião, seja os que você carrega para a vida inteira.
É a presença dos amigos que colore e alivia a vida. Se as pessoas com quem você partilha a vida não são seus amigos, você não pode conversar, você enlouquece. Precisamos uns dos outros e não é pra aliviar a barra, ajudar a colar na prova, rir para passar o tempo. Bom, isso tambén, especialmente a cola, mas tem mais. O amigo te ajuda a pensar, mesmo que a contra gosto. Te ajuda dividindo os fardos. Apoiando seus projetos malucos, te mostrando potenciais. Apontando manias e defeitos. É uma parceria e, como em muitas empresas, alguns estão mais envolvidos e outros menos.
Cansei de dizer que sempre esperei das minhas amizades a lealdade, paixão e presença (nem sempre física) de todos. E muitas vezes me decepcionei. É comum, em muitos casos, você ter maior apreço a uma pessoa que ela a você. Assim como pessoas com as quais você acha que não tem mais muita sintonia, continuam te tendo em alta conta. Na vida não há sincronismos perfeitos. Há uma profusão de vidas, rotas e órbitas, todas com seus cursos e volta e meia pessoas se encontram ou se afastam nesse processo.
Não era mais divertido quando tínhamos um grupo definido, muito unido, que se entendia, se conhecia e ía se conhecendo ao mesmo tempo? Onde o amanhã era uma aventura boa, cheia de esperança e manhãs azuis. Onde futuros seria construídos com brilhantismo através de muito esforço, dedicação e força de vontade. Onde sair nas ruas e observar o mundo ao redor não era tão assustador.

O segredo de Emma Corrigan

Um segredinho: eu deveria estudar mais, mas a internet me impede! hauihauihauihaiahia Como vou ficar com acesso a internet limitado por conta dos meus estudos, vida de concurseiro é cruel, resolvi postar esse livro para tapar a lacuna. 
O livro é O segredo de Emma Corrigan, ou Can you keep a secret?, como eu li, da escritora britânica e eu descobri depois, super novinha, Sophie Kinsella. Tinha curiosidade com a autora e com esse livro em especial, depois da sinopse enorme e detalhada. Já adianto que tinha começado a ler Delírios de Consumo de Becky Bloom e tinha gostado do rítmo, mas tive que devolver o livro…
Essa é a história de Emma, uma inglesa perto dos 30 anos, mas longe de uma definição na vida. Na memória ela guarda situações ultraconfidenciais: como perdeu a virgindade enquanto os pais assistiam Ben-Hur na sala de TV, o que pensa sobre o namorado, as peças que prega nos colegas de escritório, seu peso real.
Funcionária Júnior da Panther Corporation, uma empresa de produtos energéticos e esportivos com filiais por toda Grã-Bretanha, Emma vai a Glascow participar da reunião de marketing sobre um novo refrigerante, a Panther Cola. O que parecia uma grande oportunidade profissional se transforma num pesadelo. Como se não bastasse ter derramado a bebida num superior, seu vôo de volta para casa quase cai. Em momentos de tensão as pessoas fazem as coisas mais estranhas. E Emma Corrigan não é exceção. Acreditando estar a um passo de uma morte trágica, ela conta todos os seus pequenos pecados para o passageiro ao lado. Afinal, qual a probabilidade de vê-lo de novo? Ainda mais com vida?
Mas o destino decide brincar com a protagonista: o avião pousa em segurança e o distinto cavalheiro nada mais é que o fundador e presidente da empresa onde trabalha. E além dos segredos pessoais, Emma abriu o verbo sobre todos os colegas da Panther e suas estratégias para enrolar no serviço. Para recuperar o respeito profissional – e voltar às boas com o pessoal do escritório – Emma se mete nas situações mais inusitadas, quase novelísticas. Mas com as quais todas as mulheres acabam se identificando. 
Então. Como diz a sinopse enorme, Emma é uma típica moça entre 25-30 anos, sem carreira definida, que já trocou de emprego e profissão inúmeras vezes e que, por conta de uma prima chata e problemas de autoestima, acha que não tem muito valor ou sabe faze muita coisa, mas ainda assim almeja ser promovida no trabalho. Fácil de se identificar. Ainda mais se você é do tipo distraída com a vida, tem um emprego relativamente massante e sabe, bem no fundo, que tem potencial para algo, mas ainda não conseguiu se encontrar de todo.
O livro é rápido de ler e divertido pacas. O final não é dos que te impressionam, mas no fim vc até torce pra que ele aconteça. Indas e vindas, mas nada muito novelescas, te fazem querer logo saber como tudo termina. E, parabéns para a Kinsella, porque a história é muito bem acabada, fluida, divertida e ao mesmo tempo você se envolve com os personagens! E tem algum tipo de ódio por outros… Como uma das roomates da Emma. Surreal a figura. Mas tem o que eu mais gostei. O chefe dela é sarcástico! Ele zoa a Emma várias vezes, por conta das histórias que ela contou! Como o café, que segundo ela é o pior do mundo e a mesa da colega de trabalho que é nova e enorme e a dela tá em frangalhos… hiuahiahia
É aquela coisa, quem não tem seus segredinhos? Pra rir e se deliciar. Recomendo.

Wild Orchid – Revlon

Oi pessoas!!
Esse é um post rapidinho. Tou há uns dias esperando a encomenda que fiz com a Gabi no 2beauty e hoje ela finalmente chegou!!! Odeios os Correios daqui. A caixinha aqui em casa e eles nem acusavam de ter chegado ainda! Enfim, uma das coisas que eu tinha encomendado era esse batom, wild orchid, que diziam ser semelhante a um batom da MAC, o Show Orchid. A culpada de tudo, obviamente, é a Rihanna. Ela pode errar nas roupitchas, no cabelo, mas em termos de maquiagem ela arrebenta!!!
Hoje está provado que esse batom aí é o Funny Face ou o Schiap, da NARS. Mas o efeito na minha cabeça ficou. Se ela fica bem nele, eu posso tentar, né? Como os NARS custam 24 doletas e os MAC 14, eu fui de Show Orchid. Só que, quando eu tava encomendando, descobri essa cor da Revlon, que custa 7 dólares!!! Se ficasse ruim, não era um gasto tão grande. Me joguei! Eis:
Minha cara de coo plz, relevem. É que empolguei tanto com a cor que nem melhorei a cara!! E a cor da foto tá bem fiel, viu? Se acharem esses batons, podem comprar, vale a pena!

Esmalte da vez

Olá pessoas!
Eis que a pessoa aqui foi fazer as unhas, finalmente. Apesar de ter amado o Mauve e de ele ter durado razoavelmente bem nas minhas unhitas… 🙂
Antes de tirar, quis experimentar a cobertura da Colorama, reflexos dourados, para ver qual era a transformação. Vou ter que dizer que é muito fácil transformar um esmalte da mesma marca. Quero ver depois, com formulações diferentes. Mas enfim, daí que hoje, antes de tirar o esmalte, tasquei uma demão de transformadora da cor, para ver o efeito. Eis:
Tá sem foco pq fiz de celular… Adorei o efeito da cor… fiquei triste de não ter passado antes! Prometi a mim mesma que durante a semana passo ele no paparazzi pra ver como fica! E podia ter uma transformadora com reflexos prateados, ne? Mas quem sabe não é o que vem por aí…
Chegando na cor da semana. Eu sou doida por verde. Doida mesmo. MAS, em homenagem aos amigos que estavam aqui em Salvador até ontem e me ajudaram a encontrar os esmaltes, vou de inspiração Lady Gaga:
Esse azul é muito lindo e a cara do inverno!! É perolado mas na verdade ele tem é um brilho metálico  não prateado chiquérrimo! Tou amando a cor! E fica muito classuda nas peles negras. Aí na foto tem base fortalecedora Impala, duas demãos do azul, mais extra-brilho perfumado da BU. A impala bem podia me patrocinar, né? 90% dos meus esmaltes são deles… huaihaihaiuhauiauia
Beijos!

Shoestock – coleção primavera 2010

Oi pessoas!
Eu sou completamente apaixonada por sapatilhas. E as que eu mais coloridas e divertidas que eu já vi são da Shoestock. Aí, ontem eu tava olhando no twitter que a coleção primavera acaba de ser lançada!! Fui correndo ver as novidades e, além da coleção, vi que o site tá com 60% de desconto! É um site seguro e normalmente tem uma quantidade legal de produtos, então, se joguem!
Eu não vou colocar aqui toda a coleção, até porque seria um post muito grande. Vou ilustrar com as peças que eu mais gostei. Com muitas sapatilhas, claro.
Comprei a sapatilha oxford e a xadrezinha. Lindas, né? Entrem no site da Shoestock para saber quais os produtos que tem e os tamanhos. Eles são bem organizados e separam por tamanho, cor e modelo. Vale lembrar que tem sapatos masculinos também. 🙂

Mojito!

Deveria ter feito esse post a mais tempo. Essa é uma das minhas bebidas favoritas, é leve, fácil de fazer e muito saborosa. Como eu gosto do drink, sempre que estou em um barzinho olho no cardápio, para ver se ele está incluído e usualmente experimento, e dou nota. Durante o ano de 2008 e a primeira metade de 2009 amiga Ísis e eu experimentamos alguns drinks em barzinhos de Salvador. Dávamos preferência ao mojito em nossa busca, mas como essa é a terra das frutas “diferentes”, também experimentamos várias roskas. Vc, pessoa não soteropolitana, se pergunta o que é isso: são bebidas que levam fruta, vodka, gelo e açúcar, a mais conhecida é a caipiroska. Ouvi um amigo relatando que havia, certo dia, preparado uma caipivodka ou caipirinha de vodka com maracujá. Fiquei confusa e me perguntei se tinha limão nessa beberagem. Nada, era apenas uma roska de maracujá inofensiva e indefesa. Então, poupemos tempo. Roska (não se pronuncia rosca, é como se pronuncia o r no meio de palavras, meio rasgado) é uma palavra menor e genérica. Representa a bebida que vai gelo, dose de vodka, açúcar e a fruta socada.
Voltando ao mojito. A receita dele é bem simples:
  • 1 dose de rum branco
  • 1 colheres (sopa) de açúcar
  • Suco de 1 limão
  • 1/2 copo de água com gás (cerca de 100 ml)
  • 1 ramo de hortelã (ceca de umas 10 a 12 folhas)
  • Gelo picado a gosto
Deixe a água por ultimo!!!!
Coloque no copo apenas a hortelã, o limão e açucar. Amasse bem, mas não destrua as folhas. Coloque o gelo, em seguida, o rum. Agora, adicione agua com gás ou Club soda e, por ultimo, tente pegar a mistura com uma colher e trazela até o mais alto que conseguir sem fazer lambança.

 A foto deveria ser minha, mas esqueci a câmera ontem…

Simples e bem gostoso. De todos os que eu provei, e foram alguns, o melhor é o do PósTudo, restaurante do Rio Vermelho, seguido pelo do Tijuana, o mexicano. O importante é cuidar para que não tenha talos nem pedaços grandes de hortelã e que a quantidade de rum não seja exagerada.
E aí, tem algum drink(alcoólico ou não) que você sempre experimenta quando sai? Alguma especialidade?

Receita retirada do site Tudo Gostoso.

Belline e a Esfinge – Desafio Literário

A proposta para esse mês, no Desafio Literário, era ler um livro adaptado para o cinema. Realmente é fácil, já que muitas das obras cinematográficas tem origem em um livro. Adaptação tem aos montes, desde os clássicos Morro dos Ventos Uivantes à adaptações controversas, como Percy Jackson, mas eu queria alguma coisa nacional, que eu tinha alguma curiosidade em ler e que, ainda assim, não fizesse parte dos meus planos imediatos em comprar.
Rá! Tava achando que não ía conseguir dar cabo do desafio esse mês. Isso porque eu não tou podendo comprar livros (já comprei mais de seis esse mês!!) e não tava achando quem me emprestasse ele. Mas isso tudo já foi resolvido. O livro é do Titã Tony Bellotto. Esse, pra mim, foi um ponto de escolha e de certo preconceito. Tá que o pessoal da banda tem um monte de projetos paralelos e talz, mas fiquei com medo mesmo não do livro ser ruim necessariamente, mas de ter aquele ar meio intelectualóide que as pessoas as vezes sentem a necessidade de impostar em seus livros. É a maldita da “aura da arte”. Tá no cinema, nos livros, nos quadros, nas fotos… ARG! Há de ter momentos mais cult, concordo. Pra pensar, fazer refletir, mas há de ter momentos de diversão também. Isso não quer dizer que o livro basta ser engraçado ou mal escrito, detesto essa coisa da preguiça também. Mas não dá para ser bem escrito sem querer ser muito cabeça, metido a intelectual? Enfim, voltemos ao Bellini.
Sinopse: Quando o Dr. Rafidjian , um renomado médico, vai até a agência de detetives de Dora Lobo, ele deseja saber o paradeiro da garota de programa Ana Cíntia Lopes. A incumbência logo vai parar nas mãos de Remo Bellini e de Beatriz, sua nova assistente. Só que o assassinato brutal do cliente muda o rumo das investigações, levando a dupla de investigadores a situações de risco e muita adrenalina. Buscando solucionar o crime, eles irão percorrer o submundo da noite de São Paulo, onde encontrarão Fátima , uma misteriosa prostituta que se envolve com Bellini. 
Tem algumas coisas que me incomodaram no livro. Tipo chamar policial de tira. Tá que a história se passa nos anos 1980 e o personagem principal ouvia um walkman, mas tira? Desde quando é giria nossa chamar de tira? E outras coisas nos diálogos, que não te ajudam muito a mergulhar na trama, sabe? Fiquei um tempo no começo do livro só pensando “quem diabos fala assim?”… E, se o autor não consegue transformar seu mundo em algo crível, ele perde o leitor… Mas o livro não é enfadonho nem nada. Apesar de umas palavras que seriam pouco utilizadas aqui, um “sentei-me” ali, um aquiesci acolá, com o passar do tempo a curiosidade na história maluca e cheia de personagens aparentemente desconexos te prende e te deixa com vontade de ver logo onde tudo isso pode te levar. Ponto para o sr. Bellotto.
Um ponto positivo é a trilha sonora. Num estilo meio Nick Hornby, o Detetive Bellini tem um apego especial com o rock dos anos 1950 e 1960, além de ouvir muito Blues. Muddy Waters e Buddy Guy tocando juntos foi uma das que procurei para ouvir, depois de sugestão do livro como presente de aniversário.
O momento em que a esfinge aparece é completamente diferente do que eu imaginava que seria, e isso também é um ponto positivo aos sr. Bellotto. Me surpreendeu totalmente. Tá, não foi a grnade surpresa da minha vida, como os livros da Agatha Christie, mas foi legal que o final da história não é tão óbvio e os personagens não são muito profundos, mas te dá o que pensar. Recomendo o livro. É uma leitura rápida e bem interessante.

Sobre amores platônicos…

Lendo uma reportagem da revista Gloss desse mês, entitulada “aguenta coração!”, fiquei pensando em como temos a capacidade de nos enganar. Explico. O texto é sobre como conseguimos sempre gostar de quem não gosta da gente. Amores errados, obsessões…  A matéria me lembrou da história da Lucy, de Casório?!. Ela também tem problemas em seus relacionamentos e costuma se envolver com caras que não a merecem nem a tratam bem.
Daí eu fiquei pensando em o que nos leva a ter esses comportamentos… Ainda segundo a matéria: “…O fato é que homens e mulheres costumam reagir de forma sdiferentes diante de um fora. Segundo especialistas em relacionamento, eles são mais narcisistas e não se deixam atingir tanto quando são deixados – no geral, não levam para o lado pessoal, preferem contemporizar. Já elas colocam imediatamente em dúvida seu próprio potencial e tendem a sofrer bem mais. Levar um não é desagradável para qualquer um, mas a rejeição vira um transtorno sério quando não conseguimos aceitar a perda. Quem não amadurece, recai sobre os erros antigos – por exemplo, namorar cafajestes só para tentar mudá-los ou perseguir o ex – precisa entender as causas desse comportamento.”
A revista ainda levanta outras hipóteses para este comportamento, como ter sido preteria na infância em favor de outra ou maltratada; pessoas de baixa autoestima; ter ouvido poucos nãos na vida. Acredito que os obsessivos sejam mais deste último grupo, os que não aceitam um não como resposta. Receber nãos faz parte da vida. Andei uma fase meio farta deles, mas reconheço que eles me fizeram bem. E fazem a qualquer pessoa. Obstáculos existem para serem transpostos. Um pouco de força de vontade e tudo pode ser superado. Nem todo mimado tem processos obsessivos, essas coisas dependem de caráter.
Dessas coisas de ter sido preterida na infância… bem, eu achava que era. Sabe como é, meus pais não são do tipo de demonstrar afeto e talz. Daí, achava que era comigo… huiahiahiauhia Nada de fotos pela casa, aquelas ampliações enormes no quarto (hj em dia acho brega, antigamente, como todas as meninas tinham, me perguntava se era pq não me achavam bonita ou algo assim… sente a nóia!), abracinhos e beijinhos… Daí cresci e vi que era só o jeito deles mesmo. No fim das contas, eles são como todos os outros e tem orgulho dos filhos, contam para todos os colegas e amigos quando o filho participa de alguma coisa… hauhuahauiauia
Já a baixa autoestima eu acho que é o problema central. Levar um fora abala (teve uma ocasião em que eu fiquei meio aliviada, mas vá lá entender), mas só te arrasa e deprime se você acha que as motivações são tão assim ligadas a você. Especialmente fisicamente. Eu sou fora dos padrões mesmo. Vivo com isso relativamente bem. Como toda mulher, tem algo em mim que eu não gosto. Mas não é nada que me impeça de viver. Mas tenho lutado muito com minha autoestima. Ela é baixa. Vivo trabalhando para não ver coisas ao meu redor me abalarem. E consegui chegar num ponto muito bom. Hoje não são muitas as coisas que me deixam mal. Conseguir controlar é uma benção, sabe…
Mas aí que eu me lembrei o porque sou tão cética com relação aos meus “pretendentes”. Escolhia aqueles que eu sabia que não tinham interesse, para me mostrar que jamais ia dar certo. A coisa terminava mal, mas era o costume e eu podia viver com isso. É a minha zona de conforto. Já me relacionei com pessoas que gostavam de mim também. Não deu certo, mas isso não provou nada, só que aquele não era o cara certo. Por um tempo eu achei que eu tinha me afastado, tinha me esquivado. Hoje eu vejo que não foi para frente porque não tinha que ir mesmo.
E o motivo do meu ceticismo foi o ambiente em que eu fui criada. Ser negra onde só haviam garotas brancas  (e garotos também) não foi muito saudável para mim… Tinha uns “peguetes”, que jamais passariam disso pq não teriam coragem de assumir um relacionamento comigo. Não quero com isso dizer que agradava a todo mundo, porque isso é bem impossível. E quando se é adolescente e se anda em bando, fica-se com o padrão, pois é muito importante a aceitação do grupo. Aceitar e ser aceito nessa fase pode causar grandes traumas. Como algumas garotas, que preferiam não ser negras/ter cabelo crespo/ ser gordinhas…
O que eu quero dizer é que um conjunto de fatores muito maiores que só a personalidade da pessoa pode indicar a forma como ela vai se relacionar com a vida. E cabe a ela mesma tentar se tirar do buraco negro, seja observando o que ela tem de especial, observando quem são os seus amigos, seus pais, buscando apoio e, adepender do caso, ajuda especializada. Tudo para não sofrer dores desnecessárias e ajudar a levar a vida mais leve.
Ainda essa semana, eu espero, começaremos um guia para a autoestima aqui no blog. 🙂

Comprinhas de ontem

Olá pessoas!!!
Fico emocionada cada vez que entro numa loja e acho algo que há muito procuro… Semana passada foram os esmaltes da coleção Urban, da Colorama. Ontem foi a Muito Luxo da Impala!!! =)
Eles começaram a ser vendidos em maio. Primeiro os cremosos e perolados, depois os foscos. Ainda assim, só tinha achado o Ameixa Doce, que é um super roxão fosco. E foi meio sem querer, lá no Rio, na Forma e Beleza, no Méier. Vim pra Salvador atrás dos demais e não conseguia achar por nada! Nas lojas especializadas no Centro não tinha nada da Impala, nem da Colorama. Aliás, eles não tinham nada de coleção alguma. Fiquei possessa! Mandei email para as empresas perguntando quando que chegariam aqui.
Daí que ontem um amigão meu, carioca, veio para cá passar uns dias. Entramos nas Americanas do Shopping Barra pra comprar chocolate e como sempre passei na seção de esmaltes, tentando sempre achar as novidades. Peguei uma cobertura transformadora da cor dourada e já ía saindo quando ele me avisa que tinha umas cores novas lá. Foi como no lançamento da coleção Divas, ano passado. Chegou meio sem querer nas Americanas de lá e eu fiz a festa! 
Das cores disponíveis na loja, eu comprei o Santo luxo, um verde entre o musgo e o bandeira com um ar metálico; Paparazzi, azul metálico perolado como o Blue Satin da Chanel e o Maria Flor, um rosão neon lindo! Fiquei na dúvida entre o Saia Justa que é um cereja aberto meio melancia. Vou voltar lá pra comprar! 😉

ps- e o meu lençol de toile de joie fazendo figuração! huaihauihaihauia
ps2- ia fazer swatches, mas fiquei com pena de tirar o mauve urban e ainda quero saber o quanto ele vai durar nas minhas unhas. por enquanto, tá no mesmo lugar.

Surpresa da Granado e meu esmalte da vez

Depois da minha última pincelada com o Maçã do Amor, não tinha usado mais esmalte. Estava atrás do Mauve Urban e do Camurça da Colorama há tempos, mas não achava em lugar nenhum aqui em Salvador. Daí domingo passado, depois de comer um delicioso alfajor da Abuela Goye no Salvador Shopping, deu uma passada do Bompreço e voi lá! Eis os dois! Como já era tarde e eu tive uma semana muito confusa entre estudos pro MPU e alguns afazeres de casa, acabei nem olhando pro esmalte. Mas doida para experimentar ele nas minhas unhas. Taí o moço:
Fotografei o esmalte assim que terminei de passar, mesmo antes de limpar, de tão empolgada que eu tava com a cor!!! Até fiz fotos depois, mas como a cor nessa foto foi a mais fiel, vai ficando… Desculpe pela caca. Relevem a falta de habilidade e se joguem na cor. Ele é mais rosado que o Audrey, da Impala, numa vibe meio “rosa antigo”. Bem cor de inverno…
Falando em inverno, chegou de presente essa caixinha aí em baixo:
É um kit com xampu e condicionador 7 ervas e mais sabonete ylang ylang. Era aniversário da minha irmã e como somos amigos da Granado no orkut, eles mandaram uma mensagem pedindo nosso endereço. Eu pensei “ah, legal, eles vão mandar um cartão ou algo do tipo, bem bacana mesmo…” Quando eu vi a caixinha fiquei doida pra ver o que tinha dentro, afinal, presente era da minha sista… Adoramos!! Já deu até briga por conta do xampu, que é super cheiroso e minha mamis disse que já tinha usado essa linha antes e que o cabelo fica super macio e brilhoso… Já viu, né? Até agora ninguém usou pq minha irmã escondeu o presente! huaihauihauiai
Aqui em casa somos todos usuários fiéis da Granado. Todos somos alérgicos e usamos sabonetes de glicerina ou os Phebo. Ainda mais essa época invernal, onde eu me esbaldo de hidratantes, sabonetes e afins. E tem ainda a linha Pink! Não vivo sem a Manteiga Emoliente, uso nos pés, mãos, joelhos e cotovelos. Maravilhosa! Deem uma olhadinha no site da Granado ou procurem numa farmácia por perto. Vale muito a pena.
ps – inacreditável as fotos c a marca “dágua” marcada…¬¬

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