São Paulo ganha Liceu de Make up

Do Uol Estilo.

Presença garantida nos backstages do São Paulo Fashion Week, a maquiadora Vanessa Rozan, que integra o time de profissionais da M.A.C e participa do programa Esquadrão da Moda do SBT, inaugurou no mês passado o Liceu de Maquiagem, em São Paulo. O salão-escola oferece aulas de automaquiagem (R$ 430) e também faz maquiagem para eventos como casamentos (R$ 200).

As aulas ministradas por Vanessa são temáticas e por módulos, como o “olhotudo-bocanada”, que ensina a fazer o olho esfumado; o “olhar 43”, que dá o passo-a-passo para quem quer se aventurar com os cílios postiços; o “básico do básico”, que mostra como fazer uma maquiagem leve e imperceptível para o dia-a-dia; e o “bocalouca”, que apresenta os truques para uma boca vermelha sem erros. As aulas, para seis pessoas, no máximo, também mostram quais são os melhores pincéis para obter diferentes efeitos.

A pedido do UOL Estilo, Vanessa Rozan elaborou os sete mandamentos da boa maquiagem:

1. Darás atenção à pele, investindo em filtro solar, hidratante e em uma base líquida de cobertura leve e na cor de sua pele;
2. Buscarás o corretivo na cor certa para a sua pele – nem mais claro, nem mais escuro. Para tanto, teste a cor em sua olheira antes de comprá-lo, e não nas mãos;
3. Investirás em pincéis. Nem todo mundo acredita, mas eles são responsáveis pelo acabamento perfeito da maquiagem;
4. Não abusarás do pó bronzeador. É um produto interessante e importante de se ter no nécessaire, porém deve ser usado em doses homeopáticas e somente nos pontos altos do rosto. Só assim você alcançará um efeito natural;
5. Não contornarás a boca com lápis mais escuro que o batom. O lápis deve ser ou cor de boca, ou da mesma cor e tom que o batom;
6. Não usará sombra branca para iluminar. Para isso, opte por uma sombra bege clara, com ou sem brilho. Assim, você dará a impressão de que está com os cantos dos olhos e sobrancelha iluminadas, sem deixar essa intenção explícita;
7. Não terás medo de experimentar e explorar cores, texturas e focos que você admira em revistas, mas nunca teve coragem de testar. A maquiagem oferece mil possibilidades, e vale a pena ariscar e sair do óbvio.

Serviço:
Liceu de Maquiagem
Rua Augusta, 2633, loja 9, Jardins, São Paulo (SP)
Tel. 0/XX/11 3083-0500

Quem não ama Marc Jacobs?

O estilista abriu sua primeira loja no Brasil recentemente, em São Paulo.

Fala o moço:

“Conheço o Brasil e adoro vir para cá. Nós temos muitos clientes brasileiros nas lojas de Nova York, que se interessam, conhecem a marca e compram. Então, possuímos uma boa base de dados sobre a clientela e viemos para cá em parceria com a Natalie Klein [dona da NK Store]”, explicou Duffy, presidente da Marc Jacobs International. Com quase 400 metros quadrados, o endereço em São Paulo abriga as linhas Marc Jacobs Collection e Marc by Marc Jacobs. Questionado sobre qual item deverá ser campeão de vendas no país, o executivo foi categórico: “as bolsas”.

Ele traz suas coleções e nós, babamos pelas bolsas! Ele traz o mote de que o designer só dá opções, e somos nós quem escolhemos o que vestimos… Se vc se sente bem numa roupa, é o que importa.

Às compras!

Coleção inverno 2009-2010 Louis Vuitton



20 de março, dia do Blogueiro

Como todo mundo, fiquei sabendo do dia ao visitar outros blogs, lendo os feeds… Quis fazer um post bonitinho, com origem, quem comemora e o que fazer… mas vi que nas buscas que só os blogueiros sabem do dia dos blogueiros. Interessante…

Fui catar no Google e descobri que, nos blogs brasileiros, a data “celebrada” é mesmo hoje, mas tem também referências ao dia 31.08, dia do Blog, supostamente pq o número 3108 parece com a palavra BLOG. Outra possibilidade é a data 14.06, apontada como dia Internacional dos Blogueiros, este sim atrelado a um evento.

Importante é que, em que data for, o papel do blogueiro, de difundir seu material (seja ele qual for) deve ser lembrado e respeitado.

Coleção nova…

O site da Hering era meio desfuncional, estranho mesmo… confuso… Essa semana, por insistencia de minha mãe, fui lá fuçar. Liendo!!! E, a coleção de meio inverno é fantástica! Cada vestido… E a webstore é mais linda ainda!!!
Meu modelo favorito

O que sempre amei na marca é a qualidade do material, o fato de poder usar algodão em paz, sem parecer estranha. Aliás, agradeço a Deus o fim da onda dos sintéticos… minha alergia agradece… e o planeta tb! É tão mais lógico, em um lugar como o Brasil, usar roupas de algodão… sintético esquenta!
Enfim, dêem uma olhada!!

Carnaval

Saí viva da folia momesca de 2009… parece um milagre, perto das doideiras que fiz… Mas, foi o melhor canraval da minha vida! De longe… Ter os amigos por perto, passear pela cidade, receber visitas tão queridas… Beber de cair… ahuahuiahaiuhaia

Ter meus amigos aqui foi o fundamental, claro. Coisa que eu tou louca pra repetir!!!

Quem me conhece sabe que eu prefiro descançar à agitação. Essa aí eu prefiro durante o ano, que eu tou com a corda toda. Nas férias, quero masi e dormir. Mas o carnaval em Salvador… Contagia quem quer que seja, n importa muito a tribo, pois tem trio tocando de tudo… Esse ano a organização do governo foi muito boa, com monitores dando informações nos postos, distribuição de mapinhas, roteiro de ônibus, pontos fixos de táxi, estacionamento… Policiamento razoável, vi poucas confusões, a cidade funcionou bem e teve trio indie, hip hop, reggae… pra todos os gostos. Mesmo.

Apesar de, como ficou entre nós a piada, Dalila ter fod*d* com a gente depois, ter passado esses dias em Salvador e ilhada na Barra, foi muito bom!!!

Quem mandou eu ir buscar Dalila a força??? huaihauihauia

Teste!!! Quem é você em “Sex and the City”?

Carrie Bradshaw

Assim como a colunista de sexo do seriado, interpretada por Sarah Jessica Parker, você é curiosa, perceptiva e companheira. Sempre procura interpretar o que está acontecendo na sua vida e na de seus amigos. Não é raro que seja o ponto central de sua turma, pois sem você as pessoas não se reúnem. Apesar de superconfiante em seu estilo e gosto, muitas vezes pode se flagrar indecisa quando o assunto é sua vida amorosa. O medo do futuro ou de mudanças pode atrapalhar seu crescimento, inclusive no aspecto financeiro. É aconselhável colocar os pés no chão e ter mais coragem para enfrentar o desconhecido sem perder sua alegria contagiante, que é traço marcante de sua personalidade.

Site da Cláudia

Não é novo, mas é sempre divertido de fazer…

Jackson Pollack

Hoje, 28 de janeiro de 2009 o google colocou um botão especial, em homenagem ao Pollock. Seria o 97° aniversário do rapaz…

Não vou dizer que gosto das obras dele… Essa coisa da Teoria do Caos ainda me consome… (um quadro que parece feito com giz de cera e que custa um milhão de dólares) Sei que eles têm técnica, mas sei lá… ainda parece que se eu criança fizesse sairia menos… caótico… huaihauiahia

Como agora trabalho com artes, visuais em geral, acho que cabe falar sobre o polêmico Pollock. E o trabalho dele é bom. Tem textura, cor, impacto sobre o que se vê e a forma como se vê e se produz… Acho importante mexer sempre no que é considerado arte, pois ela precisa expressar o que se sente e sua ligação com o gozo estético e não seguir fórmulas… Nisso o Pollock foi genial.

Cabe lembrar a piada em Miami Vice (o filme), do tiro na cabeça e o sangue na parede… 🙂

O que segue é retidado do Portal Artes:

Polêmico, irrequieto, perturbador, diferente… São apenas alguns qualificativos que se pode atribuir a Jackson Pollock, expressionista abstrato americano, cuja vida tumultuada acabou marcando profundamente a história da arte moderna. Entre a pintura e o jazz, Pollock viveu emoções que o levaram da depressão ao êxtase e terminaram por transformá-lo em um alcoólatra. Aos 44 anos, quando voltava dirigindo embriagado de uma festa, morreu em um acidente de carro. Ele simplesmente chocou-se com uma árvore. Há quem sugira que, propositalmente, provocou o acidente. Nunca saberemos com certeza.

De uma família com vários artistas, Pollock diferenciou-se imediatamente pelos seus métodos. Suas telas, imensas, eram pintadas antes de serem estiradas. Isso permitia que o artista praticamente caminhasse sobre a tela, fazendo parte dela durante o processo de pintar. Também essa pintura era diferente. Deixava a tinta escorrer de latas furadas ou as espalhava-as de outra forma, usando pedaços de madeira, ferramentas, escovas de dente, espátulas e outros processos, abandonando definitivamente o pincel. O resultado é marcante. Ver é deliciar-se.

O fato de permitir que a tinta manchasse a tela à partir de latas furadas não faz com que a pintura de Pollock seja fruto da casualidade. “Quero expressar meus sentimentos mais do que ilustrá-los… Eu posso controlar o fluir da tinta; não há acaso, assim como não há começo nem fim”. Depois de enfrentar a recessão na década de 30, o pintor viu os Estados Unidos serem invadidos por artistas europeus fugindo da guerra. Encontrou muitas dificuldades para vender os seus quadros nesse período tumultuado e acabou criando uma dependência do álcool que terminaria por matá-lo tempos depois. Mesmo em dificuldade, Pollock nunca deixou de ser um inovador: misturava areia e vidro moído na tinta para obter efeitos especiais.

Pollock é considerado um dos mais importantes personagens da pintura pós-guerra e sua morte trágica e imprevista o tornou famoso em todo o mundo. Já o era, antes de morrer, apesar de nunca ter saído dos Estados Unidos. Adolescente com problemas escolares, desde cedo se envolveu com o álcool e jamais conseguiu libertar-se dele. Fez tratamento psiquiátrico algumas vezes, mas sempre retornava ao vício. Na década de 40 conheceu Lee Krasner, pintora abstrata com quem se casou e que o apresentou a pessoas importantes no mundo da arte. Lee abandonou praticamente sua carreira para dedicar-se a Pollock, ajudando-o na luta contra o álcool. Por causa dele foram morar em um local afastado, procurando criar melhores condições nessa luta. Apesar de todo o esforço, o artista sempre retornava a bebida. A separação acabou acontecendo e foi mais um motivo depressivo para o artista.

eyes in the heat

O método do artista de pintar caminhando ao redor da tela e mesmo sobre ela tornou-se conhecido como “Action Paiting”. Os seus gestos dramáticos no ato de usar as tintas, o abandono tradicional de cavaletes, foram atitudes revolucionárias. O seu nome é um marco na pintura pós-guerra não só americana, mas em todo o mundo. Sem dúvida alguma, ainda é um dos pintores americanos mais influentes dos tempos atuais. As suas pinturas perdem força quando olhadas através de fotografias, o que acontece muito freqüentemente com alguns pintores. Às vezes acontece exatamente o contrário, mas não é o caso. O primeiro vislumbre da fama para o artista veio através de fotografias dele trabalhando, da forma enérgica dos seus gestos no ato de pintar. Há uma certa dramaticidade nessas fotos que realmente impressiona.

“Quando estou a pintar não tenho consciência do que faço. Só depois de uma espécie de ‘período de familiarização’ é que vejo o que estive a fazer”. Talvez tenha sido assim também com a vida real, com os seus movimentos do dia-a-dia. O gênio nos enche de admiração e nos deixa um grande legado. O homem nos passa a impressão de que, fora a arte, a vida foi uma grande tentativa que não deu certo. Embora não possamos julgar se isso de fato tem alguma verdade, é essa a emoção que nos passa.

Blue (Moby Dick)

Ed Harris, em 2000, fez um filme em que conta a vida e a polêmica do pintor. É uma boa pedida.

Post sobre…

Lendo no Divã Rosa Choque sobre solteirice e afins, fiquei a pensar em algo q volta e meia me vem a cabeça… De onde saiu a minhja frieza? Sim… não sou um congelador, ou iceberg, como costumava brincar com minhas amigas de adolescência, mas não consigo me sensibilizar com certas coisas…

Exemplo: não acho que o fim de uma relação seja lá muito feliz (a não ser que seja um alívio se livrar do mala), mas não sei se passo pelos passos sitados pela Anna no post, por exemplo… e as vezez me sinto meio deslocada por conta disso… Tipo, normal chorar… é um relacionamento que se foi, as vezes sem se dar conta dos motivos. Normal querer sumir com as coisas q lembram do ex, dói. Mas pq ligar pro kra? N quer? Dane-se! Perdeu, playboy… Pra essa coisas meu senso de preservaçaõs empre foi bom… Nada de rastejar, nada de ligar, nada de vexame… Tambpem n sou do tipo que tem ciúmes… Claro, se o kra olhar pra outra e bater na pilastra por ocnta disso, vou ficar chateada, mas sou capaz de comentar com o bofe da bunda da muié que passou… Questão de respeito o jeito como olha, né? Afinal, eu tb vou olhar…

Vai ver isso tudo é só pq estou na fase do “é melhor eu ficar só”… huiahaiuhaiuhaia

Verdade que não ando a procura… Se eu fosse como os casos habituais estaria na fase da encalhada… mas não consigo me sentir assim… Sinto falta dos prazeres da carne somente… hehehe. Talvez sinta falta de alguém, mas tenho outro problema aí…

Tb não sei me manter em uma relação. Não lembro de datas, não noto mudanças tipo corte de cabelo (desses q as mulheres fazem de tirar só as pontas e morrem se ninguém notar então eu sou péssima!) ou barba feita… a n ser que o kra fosse um yetti antes… huiahuiahuiahuiahuia Então… grude só por 4h… e depois, me larga pelamordedeus! Vá jogar bola/playstation com os amigos e me liga depois, ok? Precisos entir falta pra querer ter por perto… Caso sério… hehe

Penso se seria mais fácil se fosse mais apegada… Pelo menos n ía achar estranho qdo as amigas reclamam dos bofes…

Sobre TCC

Como pensar em coisas distintas ao mesmo tempo e não surtar? Não me refiro à ver tv e conversar no gtalk… Falo de escrever artigos acadêmicos e trabalhos de análise e anteprojetos e tudo isso de uma vez só!

Talvez devesse ter começado antes, mas já viu alguém escrever antes de ler ao menos parte da bibliografia que pretende referenciar?

No meu caso, o samba me consome.

Pesquiso samba, talvez, por questão de afinidade… mas também por entender, além de ser o gênero que por excelência que funda a noção de música popular e da indústria fonográfica no Brasil, mas que foi utilizado pelo governo Vargas como objeto da integração nacional, que posteriormente na ditadura militar seria o papel da televisão. A divulgação via rádio do samba carioca ajudou a criar uma identidade imaginada nacional, forjada na fácil aceitação da mistura de ritmos característica do samba.

O samba é pensado, acima de tudo, pela relação familiar de afilhado-padrinho e pela noção de tradição. Tradição essa que não deve ser considerada como legado morto, mas como participação dos indivíduos na construção do imaginário do gênero e da classe social a que se insere. a música popular e, conseqüentemente, o samba, são formas de concepção de mundo e vozes, discursos, da história, contra-hegemônicos por natureza.
Sobre Paulinho da Viola:
“Seu trabalho na Portela desde o início dos anos 60 como militante da cultura negra – intelectual orgânico, em sentido amplo, da comunidade do samba – é um indício de que ele compreendia a cultura do povo em sua relação com a cultura hegemônica. A defesa do samba como linguagem e expressão da vida comunitária é o que caracteriza a sua atividade como músico e “organizador da cultura”.” Eduardo Coutinho, Velhas histórias, Memórias futuras.

A partir de então, Paulinho da Viola, “descobridor” e afilhado da Velha Guarda da Portela, passa, também, a ser seu padrinho, o “padrinho que pede benção”.

A noção de apadrinhamento, aqui, é uma espécie de prática comum no samba carioca, pois é forma de demonstrar e passar prestígio, status social; capital simbólico. Ligado às relações nas comunidades de baixa renda e às questões de sobrevivência. É uma forma legítima de transferência de capital dentro desse campo social, diferentemente de outros gêneros, sendo mais comumente visto e de maior importância na construção do discurso no cenário carioca. Na relação com o mercado, o apadrinhamento funciona da seguinte forma: o artista visita as rodas, descobre talentos e os lança, seja indo a seus shows, participando de seus álbuns ou gravando as canções do “afilhado”. Dá-se o aval de qualidade ao novo artista e em troca se consolida como importante ator tanto na roda quanto no mercado, tornando o mediador. Essa é a principal forma de inserção no mercado de novos sambistas, assim como é estratégia de manutenção de visibilidade e acumulação de capital. Para se manter num mercado cada vez mais competitivo os artistas, músicos, produtores e afins precisam lançar mão de novas estratégias de entrada no mercado e manutenção de capital simbólico. É o papel do apadrinhamento no samba; inserção mercadológica e manutenção de status quo.
Essas regras de sociabilidade no samba devem ser tomadas principalmente pelo seu caráter histórico. A roda de samba é o lugar onde se dá a produção de sentido do samba. É a noção de que o samba é feito entre amigos, da festa, reunião e a sociabilidade nesses encontros, caracterizados por vínculos de amizade, parentesco, vizinhança ou compadrio. Vindas das reuniões nas casas das “tias baianas” (mães de santo que abriam seus tereiros para que fossem tomados como locais de festa e não religioso) , a roda era o espaço onde a cultura dos negros era preservada e atualizada. Dessa forma o fundo do quintal dessas casas, onde aconteciam as festas (pagodes), permanecem ainda que simbolicamente representados no samba seja em letra de canções ou na ambientação do show; como no caso do pagode de mesa.

Um amor pra recordar?

Escrevo hoje sobre um post que vi num blog esses dias. Era sobre o Mr. Big, personagem da série Sex and the City, que é o “homem perfeito” ou namorado perfeito, do qual a personagem principal, Carrie, não consegue esquecer e acaba meio que cisma com ele e perde outras chances de relacionamentos por conta disso. O final deles é feliz(ao menos no seriado, não vi o filme), mas nem sempre isso acontece.

Acontece que eu tenho um mr. big. Um cara que vai e volta na minha vida e sempre me deixa balançada. Ele não é o cara certo, acabo meio que sendo secretária dele ou mãe, e nunca acaba bem. Então pq insisto? Pq não consigo simplesmente deixar a coisa morrer e mudar de ares? Já tentei. Acho que estou num caminho de denifitivamente esquecer .
Mas pq é tão difícil esquecer os bons momentos que temos com um bom namorado? Ele foi importante pra mim. E ainda é. Quero que ele seja feliz e tudo o mais. Vivemos muitas coisas, passamos por muita coisa.
Nesse post, não falo do cara errado, que sempre acabamos escolhendo, em um momento ou outro. Falo do cara que achamos perfeito. E por algum motivo, o relacionamento não deu certo.
Eu costumo demorar muito pra esquecer de um romance. Passo por todos os estágios de negação, dor, barganha… Mas esse carinha não é como os outros.
Acho que o problema está nessa frase: não é como os outros.

Temos medo de enterrar uma relação boa assim pq temos medo de nunca mais encontrar alguém igual. E melhor é impossível, certo?
Será isso mesmo amor ou medo de ficar sozinha?

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