Abelha Rainha

Dentro do consumismo investigativo, na minha eterna busca por um corretivo legal e com preço bom, andei vendo muitas resenhas dos produtos da Abelha Rainha, conhecida como QueenB, pela internet. Até sorteei aqui, em julho, um kit da marca com corretivo verde, kajal bege e uma sombra creme rosa (que eu não consegui achar mais), que é dupe do High Bean, iluminador com brilho rosado da Benefit.Nas minhas comprinhas, adiquiri três corretivos coloridos: amarelo, lilás e verde (já escrevi sobre cores de corretivos); um batom vinho – bordô teen – que não sai da minha bolsa mais desde que eu recebi, e o kajal bege. Esse último é bom para abrir o olhar, já que, com meus óculos, fico com os olhos pequenos.
Apesar de eu ter um monte de ítens de maquiagem, o que eu mais uso, mesmo, é base-corretivo e batom. Então, nos últimos dias, tem sido meu corretivo amarelo nas olheiras por baixo do corretivo da minha cor, base tenho usado a revlon colorstay, o kajal bege, o bordô teen. E tou adorando! O batom é lindo. Não tou com fotos usando ele ainda, mas devo postar em breve, de ontem no evento de lançamento da Make B em Salvador. O corretivo tem ótima cobertura, anula quase completamente a miha olheira ridícula… O kajal não tem muita duração… ele borra e fica um efeito bem sutil Você sabe que tem alguma coisa, mas não consegue sacar, sabe? Fora que faz cócegas que só pra aplicar! Pelo menos em mim… huiahiauhauia Os precinhos são fantásticos! Paguei 5 reais em cada corretivo, 4 reais no batom e mais 3 reais no kajal. Recomendados!

Jornada pela auto estima – Meu diário de bordo.


Oi meninas! Como a jornada foi para vocês? Na verdade, eu comecei a jornada “roubando” por que eu comecei a pensar em posts, ler livros e pensar sobre o tema muito antes mesmo do post ir ao ar no blog. Mas achei meu saldo bem positivo. Ainda continuo, estou “devendo” por que não incorporei a visualização na minha rotina. Eu consigo visualizar, mas tenho certa dificuldade de manter a imagem por algum tempo. Acredito que seja dificuldade de concentração. Então, vou planejo começar meditação .Vi que existe um livro da serie auto estima da editora Sextante chamado” a arte da meditação” de Daniel Goleman, e essa série nas lojas Americanas custa 9,90.Pesquisando na net, um especial de meditação no Vya estelar. Meditar diminui a ansiedade, ajuda na concentração, pessoas que meditam em média aparentam ser 5 anos mais novas que as que não praticam!E é de graça! (kkkkk!) Não tem porquê não tentar! Voltando ao assunto…achei que um ponto que foi muito legal na minha jornada foi ter lido o livro do Augusto Cury. Ele me fez tomar ciência de algumas atitudes que eu tinha que aparentemente eram bobas, como falar de defeitinhos para o namorado, apontar, enfim, me depreciava e nem sacava- e pude corrigir. E me enxergar além do que me incomoda. Um exemplo bobo, um bad hair day não me afeta mais. Eu vejo que o cabelo não está legal , prendo, ok, mas…ok, é algo que você já sabe, mas você observa que é muito mais do que isso. Que não tem porque deixar aquilo estragar teu dia, teu momento. Você é bonita, você é um conjunto de características físicas e psicológicas, você´é além da barriga, da celulite, do bad hair day…e sim, eu já sabia disso a muito, mas…não sei pra vocês, mas ter ciência que algo está “errado” na sua aparência(entre muitas aspas , porque afinal, tah errado pra quem?) , olhar e continuar se sentindo confortável…isso pra mim foi fantástico ao menos. A minha jornada não começou aqui, nem com a jornada do blog, mas não sei se foi por conta dos exercícios, por causa dos posts, a reflexão, tudo junto…mas, não sei, veio na minha mente com muita clareza algumas coisas que atrapalhavam a minha auto estima. Talvez sempre estivesse lá, mas…acho que pela primeira vez vi de modo claro e inegável. Queria que essa clareza tivesse vindo antes. Acho que eu estaria bem melhor agora. Porém, de qq forma, agradeço por ela ter vindo…para as que chegaram agora,a Bia já falava de auto estima de outras maneiras aqui no blog,logo acima tem destacado”jornadas de auto estima” com posts meus e dela, mas se você não leu os meus posts e ficou curiosa com os exercícios e afins, aqui tem o post.1, e neste tem exercícios também.Mas, recomendo ler os outros também!
Pra mim valeu ( e está ) valendo a pena, e vocês? Bjs, Minnie.

O Grande Gatsby

Ontem à noite, depois de assistir um episódio espinhoso de CSI Miami, fui trocando de canal. Devo dizer que sempre achei surreal o que as pessoas selecionam como “cult” pra passar no Telecine, mas desta vez, me rendi. O livro do Fitzgerald eu não terminei de ler, mas está no rol dos livros que minha irmã mais gosta, então este é um adendo importante, e eu ADORO essa versão. Sentamos então, nós duas, para assistir.
Com direção de Jack Clayton e roteiros do Coppola, esse mesmo que você está pensando, o livro do sr. F. Scott Fitzgerald foi adaptado em 1974 com Robert Redford no papel do enigmático Jay Gatsby, Mia Farrow como a mocinha tresloucada Daisy Buchanan e, ainda com cara de mocinho cheirando a leite, Sam Waterson, como o vizinho pacífico e até um pouco capacho, Nick Carraway. Sam é Jack McCoy em Law & Order, e é divertido ver que ele já tinha os mesmos trejeitos, inclinação de cabeça, sobrancelha, impostação de voz, lá com o moço simpático e boa praça.
A história é contada por Nick, que é corretor da bolsa de valores, em torno de 1920. Ele é novato em Long Island, subúrbio próximo à Manhattan, região dividida entre East e West Egg. No lado leste moram os milionários. No lado oete, o dele, haviam acomodações mais modestas. Pagava 80 dólares por mês de aluguel, num tempo onde encher um tanque de gasolina custava algo em torno de 2 dólares. Aparentado de uma família do lado oeste, os Buchanan, passa a frequentar a casa do casal e saber dos pormenores da família. Por outro lado, seu vizinho festeiro, Gatsby, sempre lhe despertou curiosidade, assim como as festas que dava. Fica sabendo, depois, que era tudo no intuito de se aproximar de Daisy.
A casa do Gatsby é extravagante. Muito mármore, ouro, tecidos nobres, além de piscina, fonte, vista para o rio, elevador! O personagem mantém a extravagância na vestimenta – vestes completas em tons pastel – e nos carros. Adoro aquele amarelinho. Mas essa construção de exagero ajuda a contrastar com as maneiras do personagem. Simples, educado, romântico, inocente. Ele busca alcançar um sonho e acredita no melhor das pessoas. Como diz o Nick, ele é melhor do que toda aquela gente. Sem contar que algumas tomadas do Robert Redford me fazem lembrar muito do Alain Delon loiro em O Leopardo. Imagino se não tem a ver a época retratada.
Nick Carraway é um narrador observador. Pouco ele faz para interferir, muito para ajudar. É levado pela sua máxima de não julgar ou tecer comentários, mas acaba explodindo no final. A construção dele se dá nas roupas, no contraste da casa com a do vizinho, na linguagem. Mas já existe nele uma postura, apesar de submissa, de processar as loucuras que assiste, de tomar partido, mesmo que nunca abertamente, e sem nada fazer para impedir as trajédias que assiste. Acho que gosto mais por já ver traços de McCoy nele que pelo personagem do filme em si.
A fotografia é típica dos anos 1970, em cor e saturação, em iluminação também. Planos médios e abertos, sempre um espectador, mas nada de câmeras subjetivas. A trilha incomoda um pouco pela falsa tensão criada. Não sei se por hoje ser um som muito ligado ao suspense e neste filme ela é um pouco carregada. Da história fica a crítica à frivolidade com que, especialmente os ricos, levam a vida. Amantes, aparência, festas e bailes, fofoca, crimes escondidos, pessoas enganadas. A vida, para esta elite, não passava de um playground. Atual, não acham?

Rodeio…

Então. A Minnie comentou aqui ontem. A notícia, acho que todos já sabem, mas não custa repetir. Vai que alguém mais se envergonha. Durante um encontro de estudantes universitários em São Paulo, um grupo deles, a maioria estudante de psicologia, resolveu fazer uma brincadeira divertida. Uma nova modalidade de esporte. Como estavam no interior de São Paulo, terra dos rodeios, eles desenvolveram uma modalidade… diferente! Ao invés de bois e touros (que eu já acho muito cruel, mas vá lá que seja), eles criaram o Rodeio das Gordas!
A modalidade esportiva tinha até comunidade no orkut, que, aparentemente, foi deletada. É como dar nome aos bois, né? Não tive tempo de saber se tinham muitos ou poucos seguidores Achei uma reportagem do Estadão que diz serem 21 seguidores e que ela existia desde 2006… Mas acredito que eles devessem se empenhar em transformar o esporte em algo mais organizado… conseguir patrocínio para os premios, uniformes, cronômetros… Esse trecho da reportagem: “O líder da comunidade, identificado como Tiago Kodic, ensina: ‘Quando você estiver numa balada/festa/baile com seus amigos e já tiver tomado algumas/várias, ache a mina mais gorda da balada, daí um de vocês chega nela por trás e coloca os braços em volta dela. Então sussurre no ouvido dela ‘você é a coisa mais gorda que eu já vi’ e vê quanto tempo você consegue segurar! ” Charmin’, isn’t it?
Esperava que essa denúncia fosse ficar apenas registrada, como pretensa indignação, por ter sido veiculada… não na tv, claro, mas em mídia online. Mas a ONU(!) deve encaminhar ao MP-SP um pedido de averiguação… As vítimas, como medo de serem tachadas como “a gorda do rodeio” e de sofrerem represálias no meio acadêmico, não falam sobre as agressões. Fico só imaginando, pq não dá pra dizer que sei como se sentem, o que se passa na cabeça de uma dessas meninas. Tentam se livrar dos agressores e são tachadas de “bandidas”, como os touros brigões…
Porquê, né?, nem quero saber dos agressores. São doentes, sem nenhuma educação doméstica ou imposição de limites por seus pais em casa e ainda se valem da sensação de impunidade que há nesse país. A Lola fez uma reflexão interessante, como muitos dos posts dela, sobre o tema no Escreva Lola Escreva. Eu passei do choque ao ler ao desprezo pelos agressores, passando por raiva e pena. Nojo, como muitos, eu não tive não. Raiva é mais pra mim… Para ter nojo, eu teria que achar que o que eles fazem é subumano. E apesar de ser um ponto baixo, acho que é muito comum nos jovens desta geração e das mais novas não terem noção de lidar com as diferenças, com o próximo, de saber limites e respeito ao outro. E disso me dá é medo. Não é nesse mundo que eu quero viver. E me deixa perplexa mesmo é que os pais desses jovens, usualmente, ao invés de punir seus filhos, lhes ensinar algum valor moral, ficam contra as autoridades e riem das vitimas, pois o seu “pobre anjinho” estava apenas com uma brincadeira inocente! Ele é um jovem tão bom, de tão boa família, estudante! Ele não é um marginal, um bandido… é um pobre menininho! 
Ou a sociedade acorda e luta para que as leis sejam feitas para punir e não para “socializar” e premitir brechas, ou esse futuro nosso será muito aterrorizante…

Definidor e modelador de cachos Capicilin



Eu não ia escrever sobre isso. Li hoje uma materia na folha de São Paulo, sobre uma “brincadeira muito engraçada” que estudantes de uma faculdade paulista fizeram com algumas garotas gordinhas que me deixou enojada para dizer o mínimo. Mas, sabe quando você está tão revoltada que simplesmente não sabe o que dizer? Tentei pensar em o que escrever, mas veio tanta coisa no meu pensamento que não consegui ordenar em texto, simplesmente. Então, resolvi escrever sobre o que já estava no meu pensamento um tempão, esse leave in bbb que achei da capicilin. Não sei se vou aguentar esse post vai acabar descambando para outra coisa.A Bia deve escrever sobre o assunto, e como gordinha, acho q a reflexão dela será mais legítima(apesar de achar que para uma reflexão sobre o assunto, basta ser humano apenas.) mas, enfim. Vamos ao creme
Então, o bonitinho é esse aí. Desde que resolvi abandonar o alisamento e quis assumir meus frizadinhos de volta, conformada com o fato de que eles nunca vão formar cachos, tenho iniciado uma busca pelo leave in perfeito. E segundo minhas crenças, pra ser perfeito tem q ser com um bom preço então comecei pelas farmacias. Não tive um incio muito bom, mas passeando por uma loja de cabelereiros em madureira, vi a 5,60 realidades e resolvi fazer a tentativa. Meninas, amei! Meu cabelo não ficou 100% definido, mas não dava pq a maior parte dele é alisado ainda, mas melhorou muito a definição dele. As molinhas ficaram macias, sem frizz excessivo, ganhei elogios e tudo com ele. Não tem uma consistência pesada, ele é mais um “gel creme mais aguadinho” então não vai pesar para as meninas de cabelos finos ou não tão secos. E a durabilidade dele achei boa. Estou com o cabelo 3 dedos da orelha, meu cabelo é bem volumoso, tenho muito cabelo e uso bastante creme para estilizar e dura cerca de 40 dias. Ele não tem poder de fixação(não ao menos no meu cabelo) então, nao vai fazer você se livrar do gel nosso de cada dia. O cheiro é bem fraquinho, ainda bem, por quê eu não gostei muito dele. Se você abrir a embalagem pra sentir o cheiro e tal voc~e percebe, mas no cabelo, e quando pega em quantidade para usar, não. Já comprei mais dele, estou no 2 tubo, mas paguei agora 11,95. Acxho q o preço de 5, 60 era promocional. Fiquei com vontade de experimentar outras coisas da linha agora.

Bjs, Minnie

Comprinhas – sapatos pela internet

Oi!!
Tou devendo essas fotos faz tempo… Um absurdo! Alguns dos sapatos já estão até com marca de uso, de tanto que eu enrolei… E de tanto que eu amo meus sapatos novos!!! Foram duas compras já. Eu sempre olhava esses sites de sapatos e adorava as promos, mas nunca que comprava nada. E neste em especial, o Passarela, sempre sapatos lindos, sapatilhas baratinhas e sapatos de couro com preço muito bom! Mas ficava a dúvida, né? Será que é fácil de trocar caso esteja do tamanho errado, se a cor não for a mesma na foto, se tiver com algum defeito… Mas aí, em meados de setembro, estava eu em outro site comprando sapatos, já estava até com o carrinho pronto, quando eu entrei neste e vi que tinha frete grátis pro Brasil todo, nas compras acima de R$200,00!!! Corri pra pesquisar as opções e saiu sapato pra mulherada toda de casa!
Pra mim, foi a sapatilha azul, lieeenda e baratinha!, e esse sapato com renda e oncinha, super tendência, da Cravo & Canela, que eu namorava faz tempo! Da minha irmã uma sapatilha de camurça da Dakota, que não saiu em foto pq estava no pé dela, na facul. E para mamis essa sapatilha num couro bege rosado lindo da Bottero. Nas fotos, o preço está aproximado, pois não acho de jeito algum as notas fiscais!
Precisamos trocar um dos sapatos, da minha irmã, que ficou folgado. É bem simples. Em até 7 dias do recebimento, vc preenche um formulário no site, informando o motivo da troca. Eles te mandam um protocolo pra levar nos Correios. E pronto! A troca é feita e em poucos dias, vc recebe o novo par em casa. Na segunda compra, começo de outubro, comprei uma sandália da Dakota, pra mim, já que precisava muito de uma rasteirinha, mamis pegou essa treliçada da Beira Rio e minha irmã finalmente comprou a sua surfistinha para ir pra facul:
O mais legal é que o site tá com frete grátis para o Brasil todo esses dias!! Deve durar até o feriado. Dêem uma olhada na seção de sapatilhas do site. Recomendadíssimo!

Sexo é só para meninos?

Apesar do mais comum ser visto esse papo aí da tirinha (salva a ironia), e a sociedade fazer todo um julgamento em cima, acho que é mais do que tempo de assumir que as mulheres tem tanto interesse em sexo que os homens, né? Algumas mais até. E sempre que estou para falar ou escrever sobre isso, me pergunto: afinal, qual é o problema!

Não estou aqui me fazendo de doida. Sei que a Igreja teve lá seus motivos para exigir fidelidade e evitar a “prevaricação”: doenças venéreas, falta de higiene e propagação de doenças, dividir herança com muitos ilegítimos que não pagaram pelo matrimônio, controle sobre a rotina do homem, garantir espólio para a Igreja… enfim, o que há muito sabemos. Daí surgiram motivos de conduta moral. Mulher que pensa em sexo não é moça decente. Só pode ser prostituta. Aliás, essa é a primeira profissão “refulamentada” do mundo! Antes de soldados ganharem dinheiro com seus serviços à sociedade, as prostitutas já existiam e já ganhavam por isso! Mas, voltando.  A mulher pacata, voltada para o lar, de preferência que tivesse pavor a ficar nua na frente do marido e considerasse sexo uma tortura, eram muito valorizadas pela sociedade. Afinal, essa é a boa mãe e a boa esposa, que se preocupa com a família e que não tem vontades e caprichos. OI?

Apesar de ter caído no conceito de boa esposa, a pseudo-pudica ainda é o papel que nos é delegado. Claro, com as novas atribuições sociais, e segundo nos indicam as revistas femininas, temos que estar sempre depiladas, com a pele de pêssego, cabelos de comercial de xampu, ser criativas na cama, ser excelentes profissionais e cuidar da casa e dos filhos. Mas nossa criatividade tem que estar a serviço do marido/namorado e deve ser mantida entre quatro paredes e à sete chaves!

Atrelado a isso eu vejo, como já comentei em outros posts, a responsabilidade que fica, sob a mulher, de que a relação seja prazerosa. Não é a toa que 35% das mulheres brasileiras nunca tiveram um orgasmo (num estudo de 2008 do Mosaico Brasil). A opressão é muito grande! Se uma garota, lá pelo começo da adolescência, demonstra interesse – nem precisa ser muito –  em sexo, é logo taxada de ninfomaníaca. Sem nem saber, ela ou o agressor, o significado da palavra. Mas a garota registra que pensar em sexo é errado. Só as safadas / piriguetes / prostitutas / fáceis gostam ou ainda assumem gostar de sexo. Depois, tem o fato de que, como para o homem a excitação é mais facilmente atingida, e a mulher demora e precisa de mais estímulo, é a garota que é frigida por não gozar, e não o parceiro impaciente. Não é engraçado? A mulher não pode gostar de sexo, não pode se tocar, se conhecer; mas, quando com um homem, ela tem que ser criativa, fazer mil posições, usar roupas, produtos, fazer comentários… Contraditório, hein? Ou bem ela é pudica, ou ela se conhece e sabe do que gosta. Qual vai ser?

Aliás, uma amiga está escrevendo sobre filme pornô para mulheres em seu tcc e está fazendo uma pesquisa, anônima, se quiser responder, clique aqui; e eu fiquei olhando no meu mailling pra quem eu mandaria sem ofender. Pq, né, sexo, não, mas filme pornô nem pensar! Entendo que tem gente que não gosta. Acontece o mesmo com video game, certo? Mas tem muita gente que vê e não assume… Faz parte do pacote de ser uma mulher considerada exemplar para a sociedade…

Me assusta muito o rumo que estamos tomando… Especialmente com a entrada dos remédios para disfunção erétil e os que prometem aumentar a libido feminina. Ao invés de se entregar ao momento e curtir, as pessoas, preocupadas até ali com performance e desempenho, passar a mascarar o ato. Sem contar as lendárias, que fingem ter um orgasmo, rezam para que o parceiro “termine logo” para ela, com sorte, se masturbar, virar para o lado e dormir. Isso é vida não, pessoas! Para mudar, basta diálogo e um poquinho de paciência, palavrinha difícil nesses tempos de resposta rápida e satisfação imediata…

Li e gostei!


Inaugurando uma nova seção aqui no blog! Normalmente a Mabia fala de livros e tal, mas normalmente ligado desafio de leitura dela. Nada contra, mas queria falar de livros fora da questão do desafio literário, sem qualquer restrição relacionada a temas O primeiro escolhido foi o livro do Augusto Cury, “ a ditadura da beleza e a revolução das mulheres” . Ao planejar com a Bia os posts sobre a jornada de auto estima, pensei em ler livros que encaixassem no tema. O livro trata de Sarah, uma garota obcecada pela própria aparência que resolve dar cabo de sua própria vida, e sua mãe, Elizabeth, resolve pedir ajuda a um enigmático e nada convencional psiquiatra, o Dr Marco Pólo. Aí ele usa a história de fundo para contar como mulheres ao redor do mundo são massacradas a cada dia com a imposição de valores de beleza, dá conselhos e orientações sobre o tema , usa dados de pesquisa para dar suporte as suas teses, tudo mostrado sempre dentro da história de maneira não entendiante. Tem momentos super clichê -oi-você –está-lendo-um típico-livro-de –auto-ajuda-? Sim tem. Mas, não acho que o livro deixe de ser valioso em vários aspectos por causa disso. Às vezes a gente precisa escutar até mesmo o óbvio de alguma outra fonte-seja uma amiga, seja um livro- para enxergar as coisas. Várias coisas pra quem gosta de programação neurolinguística –ou leu os meus posts sobre auto estima- não será novidade. Mas ainda sim, vale a leitura. Espero que gostem da dica. Quem já leu, compartilhe com a gente as suas impressões nos comentários hein? Vou ficar esperando! Bjs, Minnie!

Dupla de Tutoriais de maquiagem

Terminando o fim de semana, domingão parado… Então, vou lançar duas maquiagens bem fáceis de fazer. Uma é dourada/cobre e pode ser usada por qualquer tipo de pele (apesar de ser um clássico de peles negras). A outra, um pouco mais ousada, é com sombra amarela, que parece ser uma febre na blogosfera e é copiadíssima depois do último clip da Rihanna. As duas são bons exemplos de rápida execussão e que, com parcimônia, vão para o trabalho facilmente, e se adaptam para um possível happy hour. 😉

O pintor de retratos

Este livro, nacional, faz parte da lista da FURG para o vestibular. Ele descreve um pouco do Rio Grande no final do século XIX. Fotografia, revoluções, costumes e arte. Do professor Luiz Antonio de Assis Brasil, O pintor de retratos saiu em 2001 pela editora L&PM.

Sinopse:
Esta obra narra as aventuras de Sandro Lanari, um pintor de retratos italiano do século XIX. Em busca de fama em Paris, ele precisa trabalhar em funções inferiores por causa do avanço da fotografia, que estava tirando o emprego dos pintores. Contrariado porque as pessoas adotaram as fotos em substituição às pinturas, que para ele registravam também a alma dos retratados, o pintor acaba fascinado ao ver uma foto da atriz Sarah Bernhardt, no ateliê do fotógrafo parisiense Nadar. Querendo ganhar a vida muda-se para o sul do Brasil, onde a fotografia ainda não havia chegado e se torna o pintor favorito dos grandes fazendeiros. Quando começa a revolução gaúcha é chamado para fotografar as batalhas e abandona a pintura, após ter captado numa foto o momento em que um homem é degolado… Então, rende-se à arte que tanto execrara sendo um fotógrafo bem sucedido, sempre em busca de uma foto melhor de a que viu em Paris, mas mantendo sempre como seu trunfo a foto da morte (o degolado). 
Algumas coisas me fizeram gostar muito desse livro. Primeiro os capítulos curtos. Nada de muitos sentimentalismos ou grandes reflexões. Ao mesmo tempo, vamos acompanhando a mudança do personagem, suas formas de enxergar a vida, sua profissão, suas escolhas, seu caminho. É também um belo resgate histórico. Senti um pouco o que o Hemingway mostra no Paris é uma festa: boemia, pintores e escritores famosos, tudo o que acontecia no mundo, acontecia em Paris. E no novo mundo, neste caso, no Brasil, uma oportunidade de ganhar dinheiro. Em Paris há o prestígio da crítica, na América, a bem aventurança. 

Mixado a isso está a descoberta dos costumes gaúchos, participação em guerra. Enfim, um livro muito bom  e bem escrito. Ah se todo livro de vestibular fosse assim… 😀

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